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quinta-feira, 17 de março de 2016

CADASTRO AMBIENTAL RURAL- CAR



COLOCAMOS SUA PROPRIEDADE DENTRO DAS NOVAS REGRAS DO IBAMA.

VALPARAÍSO, OCIDENTAL, LUZIÂNIA, NOVO GAMA, ALEXÂNIA, ABADIÂNIA, UNAÍ, CRISTALINA, CERES, PIRENÓPOLIS, COCALZINHO, ITAPACI, GOIÁS  E OUTROS MUNICÍPIOS.

Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas- PRAD
Projeto de Recomposição de Áreas Degradadas e Alteradas- PRADA
Cadastro Ambiental Rural no SICAR

CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL

FITOFISIONOMIAS
FLORA
FAUNA
SOLO
HIDROLOGIA
SOCIAL

Para projetos ambientais












sábado, 30 de maio de 2015

PROJETOS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS FLORESTAIS
COM PLANTAS DE BAIXA INFLAMABILIDADE E ZONEAMENTO ANTI-PROPAGAÇÃO
    Plantas com potencial produtivo, tolerantes a seca e sem desfolha no inverno, com alto teor de umidade foliar podem ser indicadas para aceiros verdes. A inflamabilidade da vegetação é o tempo necessário para ignição após exposição a fonte de calor .Áreas Protegidas necessitam de alternativas mais eficazes na prevenção de incêndios florestais.  Como barreiras verdes algumas plantas podem evitar ou retardar a propagação do fogo.

      Levantamento de plantas de baixa inflamabilidade em áreas queimadas de Cerrado- Fotos do Levantamento com Diversas Espécies.


    Este estudo visou preencher uma lacuna nas pesquisas sobre inflamabilidade das espécies do Cerrado. O estudo da inflamabilidade das espécies nativas pode apontar estratégias alternativas para contenção dos incêndios florestais no Cerrado de modo a diminuir os danos ecológicos e sociais. O Associadas aos aceiros tradicionais, estas plantas poderão ser utilizadas na proteção aos incêndios florestais em áreas de restauração, em casas na interface urbano florestal, em unidades de conservação. Ou seja, as plantas de baixa inflamabilidade se configuram como mais uma estratégia na proteção contra incêndios florestais em qualquer estrutura ou sistema que se queira proteger. Sugere-se o uso das espécies estudadas com a construção ou manutenção do aceiro tradicional, plantio direto a lanço de L. bergii, plantio das mudas de P. rigida e de V. thyrsoidea. Com a perda de folhas na estação chuvosa a serapilheira da barreira verde deve ter uma deterioração breve, não contribuindo para propagação. O sombreamento deve levar a uma baixa densidade de ervas invasoras sob V. thyrsoidea


    Muitas pessoas, atraídas pelo contato com a natureza, querem estabelecer suas residências o mais próximo possível de áreas florestais. Também instituições que preferem ou precisam se instalar próximos a ambientes naturais e ricos em vegetação. Com isso, estão muito próximas de combustíveis florestais que podem ser consumidos por incêndios vindo a afetar suas estruturas e a saúde dos ocupantes. Daí a necessidade de um paisagismo protetivo que concilie a segurança contra incêndios e a proximidade com a beleza cênica de ambientes naturais. Além da prevenção contra as fontes de natureza humana, ocorrem também incêndios provenientes de outras fontes, como raios muito frequentes no Brasil. O manejo do combustível então pode efetivar-se por meio da silvicultura preventiva e disposição de fontes de água. Essa silvicultura modifica o combustível dificultando a propagação do fogo. Para matas de galeria ou ciliares que apresentam alta umidade, mantêm-se a vegetação nativa, e retira-se o combustível morto. 
Esse manejo pode aproveitar os subprodutos florestais, por exemplo, na geração de energia de biomassa. Em áreas de Cerrado, a estratégia é construir aceiros e evitar a alta dominância de poucas espécies, principalmente gramíneas, criando um mosaico de inflamabilidade. Aqui se insere novamente as plantas de baixa inflamabilidade integrando a silvicultura preventiva, que se baseia principalmente no princípio da descontinuidade e diversificação dos combustíveis para dificultar a propagação do fogo. Nesse sentido os aceiros (corta-fogo) podem ser estabelecidos por meio de faixas de vegetação natural, faixas de vegetação queimada, faixas desmatadas ou mineralizadas, estradas, canais. O plano de proteção contra incêndios deve planificar e integrar todos os tipos de prevenção e proteção anualmente. Do ponto de vista da proteção contra incêndios florestais, as fitofisionomias mais abertas são mais relevantes para esse estudo, pois é onde se concentra a maior densidade de gramíneas consideradas de alta inflamabilidade e maior velocidade de propagação. As fitofisionomias como a mata de galeria têm uma ocorrência menor incêndios, são cercadas por fisionomias mais abertas, e tem área de ocorrência menor que as mais abertas. Portanto, o Cerrado senso stricto e os campos são onde ocorre a maioria dos incêndios florestais de maiores proporções.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

PASSOS PARA CRIAÇÃO DE UM PARQUE ECOLÓGICO NO VALPARAÍSO

 Localização: fundos do setor de chácaras Lourdes Meireles até o córrego Saia Velha.

1.    ABERTURA DO PROCESSO: documento
2.    AVALIAÇÃO DA DEMANDA DE CRIAÇÃO: órgãos considerar: beleza, recursos, ecoturismo, biodiversidade
3.    REALIZAÇÃO DE ESTUDOS TÉCNICOS:
a.    CARACTERIZAÇÃO BIOLÓGICA:















b.    CARACTERIZAÇÃO DO MEIO FÍSICO: c
c.    POTENCIAL PARA VISITAÇÃO PÚBLICA:
d.    CARACTERIZAÇÃO SOCIOECONÔMICA:
e.    DEFINIÇÃO DA CATEGORIA:
f.     PROCEDIMENTO ANTERIOR À CONSULTA PÚBLICA: órgãos interessados
g.    CONSULTA PÚBLICA:
4.    PROCEDIMENTO POSTERIOR À CONSULTA PÚBLICA: Parecer, Mapa
5.    PROCEDIMENTOS APÓS A CRIAÇÃO DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO: cadastro 
6.    PLANO DE MANEJO
7.    IMPLANTAÇÃO: Equipamentos públicos, guarda e segurança, controle de entrada, cerca, pista de cooper, divulgação, conservação, limpeza, acesso ao córrego cachoeira, anfiteatro, academias públicas, parquinhos, campos de futebol, vôlei, ...

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

ZONAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS FLORESTAIS

PROTEJA SEU EDIFÍCIO CONTRA O INCÊNDIO FLORESTAL


PROJETOS DE ADEQUAÇÃO DE SUA ÁREA PARA CONTROLAR A PROGRESSÃO DO INCÊNDIO FLORESTAL SOBRE SUA EDIFICAÇÃO OU ESTRUTURA A SER PROTEGIDA.
Baseado na mais eminente literatura internacional sobre o tema. Adequamos sua área em zonas de baixa inflamabilidade.

sábado, 8 de setembro de 2012

PLANTAS DE BAIXA INFLAMABILIDADE

PROJETOS DE PROTEÇÃO CONTRA INCENDIOS FLORESTAIS
COM PLANTAS DE BAIXA INFLAMABILIDADE E Zoneamento ANTI-PROPAGAÇÃO



Plantas com potencial produtivo, tolerantes a seca e sem desfolha no Inverno, com alta enervação das folhas, rápido desenvolvimento mesmo em situação de clima seco drástico, são indicadas para aceiros verdes. Áreas protegidas necessitam de alternativas mais eficazes na prevenção de Incêndios Florestais, evitando muitas graves consequências dos Incêndios Florestais. Isso ajuda na sucessão ecológica e na  produção da estrutura vegetacional capaz de oferecer de todos os serviços ambientais que necessitamos. Dessa forma, barreiras verdes podem contribuir para evitar ou retardar a propagação do Fogo.

Levantamento de plantas de baixa inflamabilidade em áreas queimadas de não Cerrado Distrito Federal
Fotos do Levantamento com Diversas Espécies  (clique ai)  Faça uma solicitação nos comentários pondo seu e-mail que compartilho o álbum com você .
                    Muitas pessoas, atraídas pelo contato com a Natureza, querem estabelecer suas residências o mais próximo possível de áreas florestais. Instituições preferem ou precisam se instalar próximas a ambientes naturais e ricos em vegetação. Com isso, estão muito próximas de combustíveis florestais que podem ser consumidos por incêndios vindo a afetar suas estruturas e a saúde dos ocupantes. Daí a necessidade de um paisagismo protetivo que concilie a segurança contra incêndios e a proximidade com a beleza cênica de ambientes naturais. Além da prevenção contra as fontes de natureza humana, ocorrem incêndios provenientes de outras fontes, como os raios que são muito frequentes no Brasil.
O manejo do combustível então pode efetivar-se por meio da silvicultura preventiva e disposição de fontes de água. Essa silvicultura modifica o combustível dificultando uma propagação do fogo. Para matas de galeria ou ciliares que apresentam alta umidade, mantêm-se a vegetação nativa, e retira-se o combustível morto. Esse manejo pode aproveitar os subprodutos florestais, por exemplo, na geração de energia de biomassa ou mesmo adubação do solo.
Em áreas de cerrado, uma estratégia é construir aceiros e evitar a alta dominância de poucas espécies, principalmente gramíneas, criando um mosaico de inflamabilidade. As fitofisionomias mais abertas são onde se concentram uma maior densidade de gramíneas consideradas de alta inflamabilidade e maior velocidade de propagação. Como fitofisionomias como uma mata de galeria tem uma ocorrência menor incêndios, são cercadas por fisionomias mais abertas, e tem área de ocorrência menor. Portanto, o cerrado stricto sensu e os campos são onde ocorre a maioria dos incêndios florestais de maiores proporções.
O estudo da inflamabilidade das espécies nativas pode apontar estratégias alternativas para contenção dos incêndios florestais no cerrado de um modo diminuir os danos ecológicos e sociais. Nesse sentido, os aceiros (corta-fogo) podem ser estabelecidos por meio de vegetação natural, faixas de vegetação queimada, desmatadas ou mineralizadas, estradas, canais. As plantas de baixa inflamabilidade integram uma silvicultura preventiva, que se baseia principalmente no princípio da descontinuidade e diversificação dos combustíveis, de modo a dificultar uma propagação do fogo.
O plano de proteção contra incêndios desenvolve a planificação e integração de todos os tipos de prevenção e proteção anualmente. Os aceiros verdes contribuem sobremaneira com a preservação do solo, mantendo a cobertura vegetal o os processos ecológicos relacionados. Essa técnica, evita a exposição do solo estável e sem erosões com seus nutrientes e microbiota, mantém a infiltração da água da chuva, constituindo-se ainda como corredor ecológico.
O manejo da paisagem e dos combustíveis florestais pode contribuir sobremaneira para gestão dos incêndios florestais no bioma cerrado. Associadas aos aceiros tradicionais, estas plantas poderão ser utilizadas na proteção aos incêndios florestais em áreas de restauração, em casas na interface do urbano florestal, em unidades de conservação. Ou seja, as plantas de baixa inflamabilidade se configuram como uma estratégia a mais na proteção contra incêndios florestais em qualquer estrutura ou sistema que se queira proteger.
Nos aceiros verdes, as plantas de baixa inflamabilidade poderão ter uma perda considerável de folhas na estação chuvosa. Uma serapilheira da barreira verde deve ter uma deterioração breve, não contribuindo para propagação na estação seca. O sombreamento deve levar a uma baixa densidade de ervas invasoras. Depois de instalado e estabelecido, transcorridos alguns anos, serão comprovadas as propriedades de contenção da propagação de incêndios.




segunda-feira, 16 de abril de 2012

PRAD

Trabalhos com Plano de Recuperação de Áreas Degradadas por desmatamento, extração de solo, erosão, e outros.